O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 27/10/2020
Segundo a lei 9.605/98, é proibido o comércio ilegal de animais. Entretanto, a falta de punição, aliada a má fiscalização nos ambientes tem permitido que a comercialização ilícita de animalejos cresça de forma alarmante em nossa dias. Nesse contexto, convém analisar as principais causas, consequências e possível medida relacionada ao problema.
Inicialmente, a negligência do governo está ligada com o entrave. Relacionada à isso, a Lei da Inércia, de Isaac Newton, afirma que a tendência de um corpo é permanecer constante quando não há nenhuma ação sobre ele. Nesse sentido, é inadmissível que, em um país cujas leis garantem a proteção e o cuidado à todos os animais, os Órgãos Competentes não estejam criando meios para exonerar esse empecilho. Desse modo, medidas são necessárias para resolver essa grave situação.
Além disso, as consequências da venda ilegal de animalejos é danosa a saúde da população. De acordo com o site Profauna, o comércio ilícito de bichos está intimamente envolvido com a disseminação de zoonose (doenças transmitidas pelos animais aos humanos), como tuberculose, psitacose e raiva. Com isso, pode-se deduzir que o ato de comercializar animais ilegitimamente é nocivo ao bem estar social, uma vez que coloca em risco a vida da população. Assim, soluções são imprescindíveis para diminuir esse preocupante quadro.
Portanto, é preciso que o problema se atenue na sociedade. Para isso, é necessário que o Estado (órgão incumbido de resolver os problemas que atentam contra os preceitos da constituição) deve aumentar a fiscalização nas ruas, sobretudo nas que contém um número populacional maior, por meio de verbas públicas, para que o ato ilegal de venda de animais venha se amenizar no país.