O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 11/05/2021

O filme “Rio” narra a história de uma arara azul, que quando filhote foi contrabandeada e separada se sua família. Passados ​​alguns anos, Blue é o único macho de sua espécie, encontrado em todo o mundo. Embora seja uma obra ficcional, a questão do comércio ilegal de animais silvestres, apresenta consequência reais, tais como: a negligência de parte da população e o não cumprimento da lei N ° 5.197. À vista disso, torna-se fundamental um discurso desses aspectos, afim do funcionamento da Federação.

Em primeiro plano, cabe analisar, por parte da população, o descuido para com o esvaziamento da fauna nacional. De fato, tal acontecimento faz relação com o pensamento de Hannah Arendt, ao falar que - quando uma atitude agressiva ocorre com frequência, o Indivíduos parram de vê-la como errado-, exemplificando a normalização que as pessoas têm com o tráfico de animais. Portanto, uma negligência aceita pela população, leva ao livre comércio ilegal, diminuição e até a extinção de algumas espécies, como no filme Rio.

Outrossim, é essencial destacar a desobediência daqueles que vendem e compram animais silvestres. De acordo com o site da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), estima-se que trinta e oito milhões de animais são retirados anualmente de seus habitats naturais, sendo 70% comercializados no território brasileiro. Nesse sentido, conclui-se que de fato não há fiscalizações e denúncias efetivas o suficiente para acabar com o tráfico desses animais.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para combater o comércio ilegal de animais silvestres. Por isso, o Governo, por meio de concursos públicos, deve realizar a contratação de novos agentes, para um aumento de fiscalizações, assim tendo mais pessoas trabalhando para esse combate. Além disso, o Ministério do Meio Ambiente em parceria com a Ong’s, através de propagandas em rádios, tvs, redes sociais e instituições de ensino, devem conscientizar as pessoas e incentivar a denúncia, podendo até dar uma recompensa para aquelas que são identificadas e comprovadas. Nesse contexto, a circunstancia passada em “Rio” não poderá vivenciada novamente.