O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 26/07/2021
Ainda que há, no Brasil, inúmeras opções de animais para serem criados legalmente, sejam eles domésticos ou exóticos, o ato de se responsabilizar por espécies silvestres advindas do tráfico é continuo e afeta não só a biodiversidade, trazendo também problemas sanitários à população.
Dentre as principais causas para este comércio ilícito, os cidadãos se posicionam como clientes por não conhecerem os grandes impactos que estão gerando e por considerarem a prática um costume, isso em todas as regiões do país. Além disso, quando o comércio é legalizado pelo órgão responsável -IBAMA- o valor e a burocracia para adquirir o animal é maior, e isso é mais um motivo que faz o freguês buscar o mais fácil, o que não é regularizado.
A soma do comércio pelo tráfico e a falta de conhecimento dos envolvidos sobre a criação do silvestres deixa em evidência a falta de boas práticas com animal, como alimentação e higiene inadequadas e o desequilíbrio ecológico causado com a diminuição das espécies na natureza, outro ponto a ser colocado é o contato direto entre humano e animal que leva à troca de microorganismos, podendo trazer outras novas doenças, como exemplo a febre amarela e a H1N1.
Diante dos fatos, para combater a venda ilegal de animais silvestres, a educação ambiental dos cidadãos é algo imprescindível, e, através dos Ministérios da Educação e o do Meio Ambiente, ensinar sobre a educação ambiental com foco no tráfico animal com palestras nas escolas, para todas as séries, irá moldar o pensamento crítico e moral dos alunos, para respeitarem a fauna brasileira.