O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 27/10/2021
Na obra “Monalisa”, o artista Leonardo Da Vinci retrata a necessidade de equilíbrio entre homem e natureza. No entanto, no Brasil contemporâneo, é notório que esse balanço não é uma realidade, visto que o combate ao comércio ilegal de animais silvestres que não trazem resultados significativos e favorecem a cultura da crueldade. Com efeito, medidas são necessárias para impedir tais atuações.
Esse ato, não é apenas algo que desfavorece a preservação da biodiversidade brasileira e ameaça as espécies de animais, mas também, é um crime, e de acordo com a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas), a ação é considerada a terceira maior atividade ilícita do mundo e gera uma grande rede de pessoas envolvidas em negociações clandestinas, principalmente pela alta lucratividade.
Entretanto, os impactos são claramente destutíveis, pois esse crime acaba favorecendo a estinção de espécies, o que é realmente muito triste para nosso país, pois se este ato ilícito não parar, vamos ser uma nação com pouca biodiversidade.
Infere-se, portanto, a necessidade de mitigação dos entraves em prol da diminuição do comércio ilegal de animais silvestres. Novas leis que visem a preservaçação dos animais e do ecossistema, utilização dos meios de comunicação para a preservação e prevenção do rapto de especies ameaçadas de extinção e palestras e debates acerca do tema em escolas e vias públicas por especialistas no tema, é um bom começo.