O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 05/09/2022
O filme americano “Rio”, que se passa no Brasil, conta a história de uma arará-azul chamada “Blu”, que está sendo contrabandeada junto de outros animais. Fato é, que tal situação não se restringe apenas a ficção, ocorrendo também atualmente no país tupiniquim. Nesse sentido, essa problemática está relacionada a questões que devem ser debatidas, como a ineficácia estatal e a apatia social diante o tema.
A priori, vale destacar a dificuldade de se proteger os animais em um país continental como o Brasil, a extensão territorial e a necessidade de politicas publicas acabam favorecendo o contrabando ilegal, pois a falta de uma guarda florestal presente em todos os principais locais de caça dificultam a resolução do problema. Ademais, politicas de maior punição também se fazem necessárias, para coibir os indivíduos a não praticarem a retirada de animais da natureza.
Outrossim, a carência de conscientização da população deveria ser solucionada, pois o contrabando só existe porque há receptação. Desse modo, seria importante que houvesse mais informação para a sociedade, de modo que não existisse uma naturalização da criação ilegal de animais silvestres em domicílio, para ocorrerem mais denuncias desses casos por parte dos cidadãos.
Portanto, devido a complexidade do assunto e das dificuldades enfrentadas, faz-se necessário que o Ministério do Meio Ambiente crie um programa de rastreio das aves, utilizando chips que facilitem a localização dos animais. Isso seria viabilizado com dinheiro arrecadado pela União através de impostos para, por fim, diminuir significantemente o contrabando.