O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 21/04/2022

Segundo a visão antropocêntrica: o homem é o centro de todas as coisas e isso faz dele superior. Baseando-se nessa visão, muitos se dão o direito de desrespeitar e degradar a natureza, por motivos egoístas acabam comprando a vida de animais silvestres incentivando o tráfico. E com isso, surgem inúmeros desiquilíbrios ambientais e problemas de saúde, podendo levar tanto o humano quanto o animal a óbito. isso se dá pela negligencia no tratamento dos animais e na dificuldade para uma reabilitação.

Segundo a ONU (organização das Nações Unidas) cerca de 70% dos novos tipos de enfermidades desde 1940 são de origem animal, isso se dá pois, em geral, a população não tem conhecimento a cerca desses bichos e acaba negligenciando suas condições naturais, consumindo-os de forma inadequada ou se expondo a doenças nocivas, dando início a diversas epidemias, como a peste negra, que levou milhares de pessoas a óbito no século XIV.

Também vale ressaltar que mesmo com o resgarte de animais cativos, eles não podem ser libertos diretamente na natureza, haja visto que estão desadaptados ou nasceram em cativeiro, havendo necessidade de reabilitação antes de retornar ao meio de origem, e para isso, são encaminhados aos centros de triagem, esses muitas vezes não estão totalmente capacitados para recebe-los o que acaba dificultando sua volta pra casa.

Dessa forma, faz-se necessária uma ação do Estado, responsável por manter a ordem e a perfeita manutenção da sociedade: Aumentar a fiscalização, de modo que reforce a segurança florestal, afim de impedir que os animais sejam retirados se seus habitats naturais; evitando negligencia de cuidados e a propagação de doenças nocivas a população em geral, além da criação e manutenção de centros de triagem, afim de garantir uma boa reabilitação dos animais selvagens ao seu meio de origem. Só assim vai ser possível quebrar a ideologia que somente humanos importam e criar uma consciência mais voltada ao meio ambiente.