O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 09/06/2022
Decerto, sabe-se que o comércio ilegal de animais silvestres está relacionada com a venda ilegal desses animais, sendo animais na beira da extinção ou animais que as pessoas não podem ter de estimação, sabe-se que se o comércio ilegal de animais silvestres persistir por alguns anos, poderá ameaçar a biodiversidade e causar o desequilíbrio ecológico, causando mudanças na cadeia alimentar dos habitats que foram retirados. Um filme que retrata bem isso é “Rio” que fala sobre uma arara azul que seria vendida ilegalmente e que estaria em extinção a sua espécie.
Primeiramente, observa-se como as pessoas adquirem com facilidade os animais, conseguindo comprar de qualquer lugar e de qualquer vendedor ilegal. Um estudo indica que 10% de todo dinheiro movido pelo comércio ilegal de animais corresponde ao Brasil, o equivalente a 38 milhões de bichos da nossa floresta e mata. Segundo a Rentas (Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres), de cada 100 animais capturados ilegalmente no país, 70 são vendidos em território nacional e 30 são destinados ao exterior. Um dos animais mais vendidos pelos traficantes de animais são aves, pois a, a exploração de penas, ou com finalidade de animal de estimação.
Nesse viés, sabe-se que mesmo que as leis fossem rigorosas, precisaria de mais monitoramento por parte do governo, pois esta aumentando muito o tráfico de animais, com a falta de fiscalização fica fácil dos vendedores adquirirem os animais, já que eles não serão punidos por isso.
Portanto, como os argumentos acima, é necessário que o IBAMA (O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) junto com o governo, ajudem a melhorar as leis e aumentar o monitoramento e as fiscalizações em lugares como as fronteiras, já que muitos animais são levados de um país para o outro para a venda. Assim ajudando a biodiversidade e garantindo o equilíbrio ecológico.