O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 30/05/2022

“Rio”, animação brasileira que narra problemas relacionados ao tráfico de animais selvagens. Nessa obra, o personagem “Blue” é uma arara azul que, quando filhote, foi raptada por traficantes de aves e levada para os Estados Unidos, sendo tirada do seu habitat natural. Fora da ficção, no contexto em que o Brasil se encontra, o comércio ilegal de animais silvestres é uma prática recorrente, assim como na animação citada. Isso ocorre em função da baixa fiscalização e da burocratização relacionada à posse de animais silvestres. Dessa forma, medidas são necessárias para resolver essa problemática.

Em primeira análise, com a vasta área verde que o Brasil possui, é muito difícil que toda essa extensão seja bem fiscalizada, consequentemente, onde a fiscalização não se apresenta de forma adequada, a atividade de traficantes de animais é intensificada, segundo o site “Brasil Escola”, a região nordeste é onde acontece o maior número de rapto de espécies no território brasileiro. Com isso, a fauna brasileira é perdida a cada momento, já que muitos dos animais contrabandeados morrem durante o transporte.

Em segunda análise, por conta da burocracia que se tem no Brasil, para poder possuir um bicho em sua residência, muitas das vezes, o meio mais fácil de se obter uma dessas espécies é por meio do contrabando, para que não precise passar por todos os processos necessários. Também com dados do site “Brasil Escola”, trinta e oito milhões de espécies são retiradas do país por meio do contrabando, por ano. Por conta disso, o número de espécies nativas do Brasil vem diminuindo bastante com o passar dos anos.

Portanto, o Ministério do Meio Ambiente, responsável pela defesa da fauna e flora brasileira, deve aumentar a fiscalização. Isso deve ser feito por meio de investimentos para contratação de mais fiscais. Dessa forma será possível atenuar os impactos causados pela venda ilegal de animais silvestres, evitando casos como o apresentado no filme: “Rio”.