O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 21/07/2022
Há,na sociedade contemporânea,uma grande mobilidade de meios de proteção para a fauna silvestre,animais não domésticos típicos do ambiente florestal,que ajudam a garantir a diversidade e o quilíbrio dos ecossistemas brasileiros. Entretanto, é factual que tais adventos não solucionaram integralmente as demandas dos animais silvestres brasileiros,que estão expostos a caçadores e traficantes que alimentam o comércio ilegal destes seres .Desse modo, torna-se urgente analisar as causas dessa problemática: a ineficiência dos órgãos de proteção e o silenciamento social.
Em primeira análise,é valido ressaltar o ineficácia dos orgãos de proteção brasileiros devido a grande extensão territorial do país.No filme Rio,de produção brasileira,é retratada a história de “Blue”,uma arara azul que luta para manter sua espécie quase em extinção devido ao tráfico das belas aves.Analogamente a obra,essa história se repete com diversos outros cenários e animais,aos quais muitas vezes,infelizmente,agentes como o IBAMA,responsável pelo cuidado com os animais,não tem acesso ou conhecimento devido ao tamanho quase continental do Brasil e o não conhecimento de sua integridade territorial,não podendo atuar na defesa dos animais.
Além disso,é necessário salientar a dificuldade gerada pelo silenciamento social no combate as práticas de tráfico silvestre.A Constituição Federal de 1988,declara como crime toda prática que vise lucro sobre espécies retiradas da natureza.Diante disso, a situação das aves canoras,com o canário como maior representante,ganha destaque,uma vez que no Brasil é uma realidade comum que indivíduos tenham essa espécie em suas casas para entreterimento e competições,devido ao seus cantos harmoniosos e encantadores,fato que se torna de conhecimento público e não recebe denúncias na masisva parte dos casos,o que dificulta a atuação das leis cabíveis e a resolução desta prática ilegal.