O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 10/11/2022

No filme Procurando o Nemo, da companhia Disney, mostra a história do Nemo, presonagem que foi raptado de seu ambiente natural para sobrevier em cativeiro em um aquário. De maneira análoga a isso, o comércio ilegal de animais silvestres é uma realidade mundial. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes para o combate desse crime: O uso da ciência e a educação da população.

Em primeira análise, evidencia-se que a ciência está desenvolvendo tecnologias que visam diminuir o tráfico de animais, por exemplo, o implante de chips em animais silvestres sendo o objetivo a monitoração destas espécies. Sob essa ótica, o site Jusbrasil divulgou que a Universidade de Minas Gerais está desenvolvendo uma maneira mais eficaz de identificar os bichos que foram retirados da natureza através do DNA. Dessa forma, é evidente que por meio da ciência e pesquisas o comércio da fauna silvestre poderá ser combatido.

Além disso, é notório que além da ciência, é preciso a ajuda da população para acabar com o tráfico de animais exóticos, afinal os compradores é o próprio povo. Desse modo, o filósofo gergo Aristóteles citou, “Todos os homens têm, por natureza, o desejo de conhecer”, ou seja, a população tem o desejo de conhecer qual é a importância dos bichos para o equilíbrio da fauna e da flora. Consoante a isso, a educação é um meio de conscientizar e aumentar as denúncias de tráfico de animais, tornando possível a dimiuição do comércio ilegal dessa parte da natureza.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que visam amenizar o comércio ilegal de animais silvestres. Dessa maneira, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, fazer campanhas publicitárias, por meio das redes sociais- como Instagram e Tiktok- a fim de que a população tenha ciência de que comprar animais exóticos é crime e afeta p equilíbrio ecológico do planeta terra. Somente assim, o filme procurando o Nemo deixará de ser uma realidade e passará ser parte do passado.