O comportamento alimentar brasileiro

Enviada em 27/05/2018

Há milhares de anos atrás, não havia tanta facilidade em encontrar alimentos. Essa carência alimentar moldou o cérebro para obter o máximo de calorias, mobilizando energia e, assim, acumulando-a em forma de gordura que seria usada no período de escassez. Não obstante, no mundo moderno há a possibilidade de estocar alimentos devido a agricultura, a geladeira permite conservá-lo e a televisão está sempre incitando comer produtos altamente calóricos, levando muitos cidadãos ao sobrepeso. Dessa forma, a má alimentação pode gerar uma série de doenças e, por isso, deve ser combatida desde os primeiros anos de vida do indivíduo.

Em primeiro lugar, o acúmulo excessivo de gordura resulta em uma doença crônica chamada obesidade. A qual é um problema de saúde pública, no Brasil, pois propicia o aparecimento de doenças como, hipertensão, doenças cardiovasculares, osteoporose, entre outras. Portanto, o combate a má alimentação reduziria gastos e lotação em hospitais.

Além disso, consoante a Émile Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar. De maneira análoga, no país é perceptível que não apenas os adultos estão obesos, mas também, as crianças estão ocupando uma posição de destaque nesse quadro, por exemplo, pesquisas recentes apontam o maior número de crianças e adolescentes com diabetes mellitus do tipo dois, o que antes era mais comum em adultos. Portanto, é essencial, na nação, uma maior preocupação no comportamento alimentar e sedentarismo dos cidadãos.

Diante dos fatos supracitados, conclui-se que precisa de maior atenção, dos brasileiros e seus governantes, o comportamento alimentar, afinal, a saúde é baluarte do bem- estar social. Sendo assim, como Pitágoras citou, ’’ eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens’’. Por conseguinte, o Poder executivo deve fornecer alimentação saudável adequada para as escolas municipais, estaduais e federais e alertar aos es