O comportamento alimentar brasileiro
Enviada em 11/06/2020
Segundo o documentário, Fome de Poder, “o aumento de franquia perde a qualidade do produto”, ou seja, a ganância sobre o capital pode levar a má qualidade dos produtos que forem sendo gerados. Essa problemática assume contornos específicos no Brasil, onde, após a criação de fast food, especialistas da área da saúde relatam que o crescimento da obesidade entre adultas e crianças gerou um aumento preocupante. Nesse sentido, uma possível causa para ocorrer um alarmante comportamento alimentar do brasileiro é a vida moderna acelerada e a falta de educação nutricional nas escolas o que pode ocasionar na subnutrição e o desenvolvimento de doenças em crianças que eram comuns em adultos.
A priori, deve ser ressaltado que com o desenvolvimento da tecnologia ocorreu uma mudança de vida que conteve prejuízos para saúde de adultos e crianças, podem atrapalhar as relações interpessoais e o desenvolvimento. Nas pesquisas do Ministério da Saúde indicam que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas e 18,9% dos adultos estão acima do peso. Por isso, além de centrar ações nos primeiros dias de vida, como o incentivo ao aleitamento materno, o ministro destacou que as políticas de estímulo ao hábito saudável devem aliar ações de alimentação e atividade física. Em virtude disso, esta vida acelerada pode causar estresse que ocasionará na criança uma compulsão e ansiedade alimentar. Deste modo, essa situação deve ser revista.
A posteriori, o documentário “Muito Além do peso”, dirigido por Estela Renner, trata sobre uma verdadeira epidemia de obesidade infantil que, acredite, estamos vivendo atualmente. Exatamente por mostrar que a falta de educação e a má alimentação em escolas, influência no modo que a criança irá consumir produtos saudáveis. Nesse sentido, o ideal é que, desde os primeiros meses, as crianças já tenham contato com as mais variadas categorias de alimentos para adquirir bons hábitos e aprender a sentir prazer com as experiências sensoriais proporcionadas por diferentes sabores, texturas e consistências. Atualmente, foi possível relatar que com a criação da “Lei anticoxinha”, a alimentação das escolas proporcionou um desenvolvimento muito grande na saúde destes jovens. Felizmente, vivemos um momento em que comer bem está na moda — prova disso é a enorme quantidade de programas de TV e séries dedicadas ao assunto.
Em síntese, cabe ao Ministério da Educação aplicar aulas sobre a educação alimentar fora da grade curricular, por meio da criação de uma lei para ser entregue a Câmera. Nela será falado que crianças e jovens tanta de escola pública, quanto de escolas particulares terão aula sobre nutrição uma vez na semana. Espera-se dessa forma, freia com a má alimentação do povo brasileiro.