O comportamento alimentar brasileiro
Enviada em 11/06/2020
Em virtude do crescimento e modernização das cidades, ocorreu a transformação do modo de vida da população em locais extremamente urbanizados, de forma que, modificaram o padrão existente para que, de forma orgânica, fosse possível maior desdobramento de atividades de diversas origens. Assim, os centros urbanos, interligam-se de forma que, diversos setores sociais obtiveram grande interdependência, que também acarretou de diversas formas os cidadãos, como amplamente visto no comportamento alimentar brasileiro. A frase do sociólogo polonês, Zygmunt Bauman, explicita tal ideia, “Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar”, logo demonstra que com a liquidez nos meio sociais levam a diversas consequências negativas a saúde da população a curto e longo prazo.
A posteriori, a mudança na rotina dos brasileiros, em decorrência do fluxo e dependência de diversas atividades sociais e econômicas, ressaltou o problema já existe dos maus hábitos alimentares. Em que esse costume prejudicial, desencadeou diversos danos à saúde, principalmente para aqueles que vivem nas grandes cidades, como a obesidade, que é crescente, principalmente entre os jovens, logo causa grande preocupação. E também tornou-se um grave problema de saúde pública, em que diversas outras doenças e distúrbios alimentares, como a hipertensão, diabetes, obesidade, entre diversas outras, e causa preocupação entre os profissionais da saúde.
A posteriori, as consequências, tanto positivas e negativas, que a facilidade da introdução a meios rápidos e baratos de alimentação causaram a população é indescritível, e atinge a população de baixa renda que não consegue bancar uma alimentação saudável. Logo, o panorama do crescente consumo de alimentos altamente calóricos e industrializados, contribuem para esse fato para o aumento de doenças e maus hábitos alimentares. Além da falta de incentivos governamentais a educação alimentar e nutricional, aliado a menores índices de prática de exercícios entre os jovens contribuem para o cenário já citado.
Em suma, é necessário que o governo, por intermédio do ministério da saúde, realize múltiplas campanhas, que divulguem as diversas consequências dos maus hábitos alimentares à saúde da população. E introduzir no meio escolar, a difusão da educação alimentícia e os benefícios de uma vida saudável, além do estímulo à prática de exercícios físicos, desde as classes iniciais, para que ocorra a criação da consciência dos benefícios de tais ações. Também é necessário que o Estado, por meio dos órgãos de fiscalização governamental, a maior regulamentação dos alimentos altamente calóricos e industrializados, visando a melhora do comportamento alimentar brasileiro.