O comportamento alimentar brasileiro

Enviada em 15/06/2020

A trama do filme “Tá chovendo hamburguer” ilustra os impactos dos maus hábitos alimentares numa sociedade fictícia. Já no contexto brasileiro, esse tipo de consumo alimentício é responsável por problemas reais e preocupantes à saúde de seus cidadãos, como doenças cardíacas e até mesmo câncer. Nesse sentido, uma dieta composta por produtos com alto teor de açúcares e/ou agrotóxicos corrobora para o agravamento da situação e, por isso, deve ser combatida.

Em primeiro plano, é preciso compreender que parcelas populacionais optam pelas “fast-foods” devido seu preço e facilidade de preparo. Contudo, essas comidas são de altíssimo valor calórico, sendo que um pacote de bolachas equivale a aproximadamente 50 folhas de alface. Além disso, verificam-se ainda quantidades extremas de gorduras e sais, o que propicia no aumento de peso e de problemas cardiovasculares, denotando assim um cenário a ser evitado.

Em segundo plano, vale ressaltar que pessoas que visam o consumo de “slow foods” também estão vulneráveis à danos, visto que muitos agrotóxicos nocivos aos humanos foram liberados para uso no Brasil nos últimos 2 anos. Por conseguinte, a maioria das verduras e frutos , quando ingeridos constantemente, influenciam no desenvolvimento de doenças crônicas e até mesmo câncer, como indica uma pesquisa canadense. Entende-se, então, que essa situação coloca em extremo risco a população brasileira, sendo um aspecto a ser revertido.

Infere-se, portanto, que a má alimentação pelos brasileiros é um grande risco a sua saúde, sendo necessário o seu combate. Para tanto, urge a atuação colaborativa entre os Ministérios da Saúde e da Agricultura para a identificação de alimentos orgânicos por meio de selos. Esses, por sua vez, devem garantir descontos fiscais e valorização comercial para seus produtos, o que aumentaria suas vendas e, assim, ampliar-se-ia a qualidade da comida consumida no Brasil, destoante do filme “Tá chovendo hamburguer”.