O comportamento alimentar brasileiro
Enviada em 10/09/2020
No universo de “Okja”, uma empresa multinacional espalha por 26 países distintos uma nova espécie de animal, o super porco, para que no fim de 10 anos estes animais possam ser abatidos e comidos desprezando totalmente os riscos. Fora do mundo dos filmes, o comportamento alimentar brasileiro é um tema em pauta, pois está enraizado em culturas primordiais e ainda há muita fome no Brasil
Antigamente, no período da Pré-História o homem comia compulsivamente por não saber quando comeria novamente, provocando, assim, muitas mortes por infecção. Hodiernamente, vê-se que o ser humano ainda não mudou tais hábitos, dado que apenas 37% da população brasileira come de forma saudável, incluindo hortaliças e frutas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, estas referências refletem muito o cenário atual da alimentação do país.
Entretanto, o problema está longe de ser resolvido. Torna-se importante elementar, também, a questão da distribuição da comida na nação. Ademais, é suposto pela Organização das Nações Unidas para Alimentação que 37,5 milhões de brasileiros viviam na insegurança alimentar, estes levantam a seguinte questão: Como a conduta alimentar brasileira pode ser saudável se boa parte da população não tem o que comer?
Fazem-se necessárias, portanto, medidas estatais para a resolução do impasse. Em síntese, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e o Ministério da Saúde deverão, com verba dos impostos, contratar profissionais da saúde, nutricionistas e médicos, para palestrar em escolas, ensinando a importância de comer bem. Além disso, estes profissionais poderão analisar e fazer modificações nos cardápios escolares. Por fim, o primeiro ministério supracitado junto ao IBGE deverá, com dinheiro dos impostos, fazer um mapeamento da fome pelo Brasil, a fim de concentrar os alimentos saudáveis naquela região para que a fome existente suma. Destarte, a sociedade será ricamente saudável e exemplo para outras.