O comportamento alimentar brasileiro
Enviada em 16/09/2020
No conto infantil “A Branca de Neve”, a princesa cai no feitiço da “bruxa má” quando come da maçã envenenada, fruta que aparentava ser inofensiva, mas que foi fatal. De modo semelhante, nos dias de hoje as pessoas estão se alimentando cada vez pior, com a errônea crença de que estão comendo bem. Crianças estão crescendo no quadro de obesidade e sedentarismo e, por esse motivo, é necessário que o Ministro da Saúde e Educação tome as devidas providências.
É notório que, com o crescimento da indústria de enlatados e dos fast-food’s, a saúde dos brasileiros sofreu grande abalo. A obesidade e o sedentarismo nunca foram tão perceptivos e a indústria farmacêutica vem lucrando dia após dia com o crescente número de doentes. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas, e isso influencia diretamente no futuro, pois; crianças obesas tendem a ser adultos obesos, o que acarreta em doenças como diabete tipo dois, sedentarismo, doenças cardiovasculares, entre outros.
No princípio da história, quando o homem parou de ser caçador coletor e passou a agricultor, a sedentarização começou a fazer parte da vida do ser humano. Posteriormente, com o crescente mercado industrial, comer produtos orgânicos se tornou difícil, uma vez que; quando a fome aparece, um fast-food está sempre pronto para servir. Nesse contexto, a sociedade necessita de conscientização para entender que; comer comida saudável, por mais que seja, trabalhoso e algumas vezes caro, influencia diretamente no gasto futuro que terá com hospitais e medicamentos.
Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. É necessário que o Ministério da Saúde e Educação, em parceria com os meios de comunicação, criem propagandas e palestras, tanto em televisões quanto em escolas, com o intuito de orientar pais e crianças de como a comida que se come hoje pode influenciar no futuro. Além disso, é imprescindível que os fast-food’s ofereçam produtos menos danosos a saúde, para que o consumidor possa escolher realmente o que vai comer. Por fim, é preciso que a alimentação do brasileiro, principalmente das crianças, seja rigorosamente orientada para que problemas de saúde futura sejam evitadas. Dessa forma, teremos uma geração mais saudável e com perspectiva de vida maior.