O conceito de família no século XXI
Enviada em 20/07/2018
Numa conjuntura de novas formações familiares, ainda existem discussões relacionadas a essa temática. Um exemplo disso, é o aparecimento, em jornais, de pessoas que lutam por seus direitos e não os adquirem por conta da sua constituição familiar. Por esse motivo, é importante que sejam analisadas questões como o preconceito prestado a esses indivíduos e a exclusão no mercado de trabalho para que providências sejam tomadas.
É fundamental destacar que a discriminação social baseia-se em princípios antigos. Tal fato existe, por conta de preceitos espalhados durante a Idade Média, que consistia no fato de que uma família era constituída apenas na união de um homem e uma mulher. Prova disso, é a dificuldade de mudar ou gerar novas opiniões em detrimento dessas perspectivas seculares.
Além disso, a exclusão é outro fator que influi nesse problema. Esse fato pode acarretar no afastamento de cidadãos da política e da cultura, mas também do mercado de trabalho de sua cidade, visto que muitas empresas selecionam pré-requisitos para empregar funcionários. Dessa forma, surge um desafio quanto à obtenção dos direitos e deveres de um indivíduo que possui uma formação familiar distinta da adotada como padrão.
Fica claro, portanto, que a discriminação e a exclusão dessas famílias sejam questionadas com o intuito de formular soluções. Nesse sentido, faz–se necessária a participação de ONGs a fim de criarem programas e campanhas que explicitem as alterações na sociedade, a longo prazo. Ademais, o Ministério Público e o Poder Judiciário devem regulamentar as leis para inclusão dessas pessoas nas empresas objetivando o cumprimento da legislação.