O conceito de família no século XXI

Enviada em 20/08/2018

Pai, mãe, filhos e filhas: era o conceito familiar comum na sociedade ocidental. Contudo, assim como a civilização evoluiu fortemente nas últimas décadas, evoluiu-se com ela o conceito de família, cujo o vínculo familiar não está restrito ao sangue, tampouco ao gênero e a quantidade de membros nela empregados. Diante de tantas mudanças, a sociedade brasileira reflete uma visão amistosa, problematizando um conceito prático e irrefutável do século XXI.

Em primeira instância, a família é uma das instituições sociais primordiais em uma sociedade, segundo Émile Durkheim. Uma vez na qual, nela inicia o contato social de um indivíduo, ensinando-o as mais básicas formas de comunicação e valores. Desta forma, a menção à destruição de afetividade familiar prejudicaria a construção de uma nova geração.

Pelo mesmo prisma, mostram-se problemáticas muitas atitudes preconceituosas e conservadoras de uma parcela da população diante das mudanças familiares, como o sentimento contrário a uma mãe solteira criar o filho sem a ajuda de um pai, ou a junção de famílias após um recasamento- como no filme “Os Seus, Os Meus e os Nossos”, ou mesmo uma mulher estar no comando do lar -sendo a percentagem 32% no Brasil. Ademais, há a questão do lar homossexual, cujos diariamente sofrem críticas homofóbicas acerca de suas instituições familiar, na qual indica 0,45% no país.

Refere-se, portanto, uma nova ideia familiar na nação, na qual engloba grupos versáteis sob um mesmo lar, sejam diferentes, tem algo em comum: o amor e o companheirismo. Diante disto, é necessário apoio do Estado às famílias negligenciadas, dando-lhes o direito à viver em paz em seus lares sem preconceitos, assim como disse Nelson Mandela “o sonho de cada família é poder viver junta e feliz, num lar tranquilo e pacífico’’, através de leis, também conscientizações: seja por novelas, livros, propagandas e filmes como o citato. Implantando um país mais tolerante e amoroso.