O conceito de família no século XXI

Enviada em 05/10/2018

Novas famílias e a intolerância

Até meados do século XIX, o casamento era algo definitivo e patriarcal: não existia divórcio e o homem era o chefe da família. Entretanto, a mudança dos padrões tradicionais de “família” transformou tal concepção e integrou novas formas de instituições familiares, no qual muitas ainda não são aceitas.

Hoje em dia há a possibilidade de separação, de apenas um adulto criar seu filho, de crianças órfãs se tornarem independentes quando tiverem 18 anos, entre outros. Antigamente, as famílias eram todas formadas por um pai, mãe e os filhos, assim sendo por muitos séculos. Portanto, não havia famílias formadas por apenas um responsável com os filhos, a mulher não tinha outra responsabilidade além de cuidar da casa e das crianças, e muito menos era aceito pela sociedade as famílias homossexuais.

Consequentemente, quem fazia parte de uma família tradicional não aceitou as mudanças que esta desenvolveu durante o passar dos anos. Na Índia, por exemplo, a união homoafetiva só deixou de ser descriminada neste ano. Ainda é importante citar o preconceito e a intolerância, em relação a diversidade de famílias, como um fato que impulsiona este problema.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver a intolerância. A educação sobre essas novas formas de famílias e seus núcleos é essencial para as crianças e adolescentes. Conforme a escritora estadunidense Hellen Keller, o resultado mais sublime da educação é a tolerância. Além disso, leis que aceitam a união de homossexuais e que apoiam e ajudam a criação de crianças por pais solteiros é essencial para o fim deste problema. Assim o Brasil seria mais tolerante com as novas formas de famílias.