O conceito de família no século XXI

Enviada em 23/10/2018

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) garante a todos os cidadãos o direito à liberdade, à igualdade e ao bem-estar social. Entretanto, no Brasil, contemporaneiamente esse privilégio está sendo corrompido, tendo como resultado diferentes expressões sobre o conceito de família no século XXI. Nesse sentido, convém analisarmos os principais desafios e possível medida para atenuar o fenômeno.

Inicialmente, destaca-se a variada diversidade na formação do núcleo famíliar, caracterizando-se por pessoas que vivem no mesmo teto unidas pelo afeto. Conforme o Portal de Notícias G1, 37% da população brasileira não considera família o agrupamento formado por indivíduos homossexuais. É perceptível que apesar do amplo contigente de cidadãos adeptos aos diversificados conjuntos famíliares, infelizmente, ainda há uma grande parcela da sociedade contra.

Outrossim, é válido salutar como a família classificada em não tradicional lida constantemente com perseguições preconceituosas no seu cotidiano. De acordo com Émile Durkheim, sociólogo francês do século XIX, certa camada da sociedade vista como diferente da maioria tende a sofrer coercitividade social. Diante de tal contexto, é inadmíssivel que em uma nação onde se paga altas taxas de tributos e impostos o Estado não asseguri os ideais de liberdade e igualdade aderidos pela DUDH, a todos os cidadãos.

Infere-se, portanto, que ainda há entreves para à solidificação de políticas nas quais visem a construção de um mundo melhor. Desse modo, urge que Ministério da Cultura deve executar campanhas educativas, por meio de palestras em escolas e na mídia, com psicólogos abordando a importância dos inúmeros tipos de família para a esfera social. Espera-se, com isso, uma sociedade menos coercitiva e mais igualitária.