O conceito de família no século XXI
Enviada em 30/10/2018
Movimentos retrógrados
Padrões idealizados em sociedade bloqueiam a abertura individual do senso crítico. Diante de tal análise, contemporaneamente, observa-se a população fixa à ideais ultrapassados. Nesse sentido, ao perceber a modificação do conceito de família no qual a rejeição fomenta o preconceito, é notável a indispensabilidade de forças contrárias atuantes.
A estrutura familiar se modificou ao longo das gerações. Cabe destacar que ocorreu uma mudança maior e gradual a partir da chegada do século XXI. Sendo assim, hodiernamente, observa-se maiores índices de recasamentos e diminuição dos casamentos civis. Além disso, os casais atuais não contém números altos de filhos, contraposto à geração anterior. É inquestionável que a redução na natalidade é devido a custos de vida elevados e à conscientização sobre os métodos contraceptivos. Nesse contexto, é evidente que esses indivíduos são alvos de pré conceitos dados por indivíduos em movimentos retrógrados.
Nenhum argumento contraria que qualquer família bem estruturada educa um correto cidadão. Nesse olhar, através do aumento de estruturas familiares homoafetivas no qual o IBGE 2010 destaca que os casais de mulheres encontram-se em maiores índices com 53,8%, a intolerância a esses grupos é ainda mais frequente. No Brasil, a adoção de crianças por homossexuais é permitida. Todavia, ao entrarem no ambiente escolar, o preconceito se mostra pela violência física e psicológica. Essas crianças necessitam de medidas urgentes que acabem com tal problemática.
Fica claro que o conceito de família se alterou e o reconhecimento deve tornar-se geral. É cabível que o Governo Federal, juntamente com o MEC, aplique no currículo escolar a temática “estruturas familiares atuais” no qual ocorra reflexões nas crianças modificando ensinamentos intolerantes obtidos em sociedade. Assim, o progresso ocorre gradualmente chegando às próximas gerações com êxito. Enfim, se concretiza o que Albert Einstein relata: não se pode manter a paz na violência, e sim pela concórdia.