O conceito de família no século XXI

Enviada em 01/11/2018

Com a chegada do século das luzes, compreende-se que uma sociedade só prospera quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, nota-se que quando observa-se a forma com os novos modelos de famílias são tratados, no Brasil, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista só existe na teoria e não na prática e o problema persiste ligado a realidade do país, seja pela forma preconceituosa que essas pessoas são tratadas ou seja pela falta de ação do governo em ajuda-los.

Nesse sentido, é indubitável que a constituição e sua jurisprudência estejam entre as raízes do problema. Segundo Aristoteles, a política deve ser usada de tal maneira que, por seu uso correto, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira evidente, é possível nota que, no Brasil, as famílias que não seguem o padrão considerado tradicional são descriminalizadas, rompendo essa harmonia, haja visto que o Brasil é um dos países no mundo onde mais se matam pessoas homoafetivas.   Outrossim, evidencia-se também a falta de ação do governo para ajuda-las. Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo esse raciocínio, nota-se assim que existem projetos governamentais que são um reflexo da população altamente preconceituosa, como o projeto de lei que quer instituir família unicamente sendo um homem e uma mulher e sua prole.

Fica evidente, portanto, que há obstáculo para assegurar, a solidificação de políticas que visem á construção de uma vida melhor para essas pessoas. Destarte, a internet vem sendo usada por muitas pessoas que são contra esses grupos para disseminar ódio, a adoção do marco civil da internet séria um ponto positivo para freia o discurso de ódio, Paulo Freire dizia que, a educação tinha o poder de transforma as pessoas, e essas mudam o mundo. Por sua vez o Ministério da Educação deve, nas escolas, palestras ministradas por psicólogos, que discutam o combate a essa não aceitação das formas de amor, consideradas diferentes.