O conceito de família no século XXI

Enviada em 03/11/2018

Desde o princípio dos tempos são consideradas famílias aquelas que envolvem a união de um homem com uma mulher e estes geram filhos. Dessa maneira, tornou-se um exemplo a ser seguido em nossa sociedade. Contudo, com o passar dos anos, muita coisa mudou, e não é sempre que o sentimento do amor esta presente entre as pessoas de sexo oposto. Sendo assim, deve-se buscar maneiras para que essas novas famílias sejam aceitas na sociedade sem preconceito.

De certo, o arranjo familiar modificou, causando impacto na parcela da população considerada conservadora. Sendo assim, evidencia-se um alto índice de preconceito e intolerância á liberdade que cada indivíduo tem. E este preconceito não é só para os homoafetivos, acaba atingindo, também, mães e pais solteiros, poliamores e até mesmo os divorciados. Logo, esses indivíduos, mesmo fora dos padrões, conseguem formar uma família e dar a educação necessária para seus filhos.

Outrossim, como a Constituição mudou e começou a permitir a separação o casamento deixou de ser uma obrigação social e, muitas pessoas procuraram recomeçar suas vidas ao lado de alguém do mesmo sexo. As famílias homoafetivas estão crescendo cada dia mais e, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), já são mais de 60 mil por todo o país, sendo 53,8% construídas por duas mulheres. E elas possuem uma grande vantagem, pois toda essa mistura acaba estimulando a formação de crianças que apoiam a ideia de diversidade. Assim, o necessário é haver amor e cuidado sem depender de quem os oferece.

Portanto, para que haja diminuição no preconceito com as novas famílias do século XXI, é imprescindível que o governo invista em campanhas para que as famílias tradicionais vejam como uma família que não está no padrão imposto por eles é feliz. Faz-se necessário, que as escolas trabalhem com esse tema nas salas de aula, a fim de os alunos crescerem conhecendo a diversidade e também, para que cada pessoa deixe o preconceito e a intolerância de lado e comece a aceitar a opção e orientação sexual de cada um. Destarte, teremos um corpo social mais tolerante que deixará de considerar essas famílias menos válidas que as suas.