O conceito de família no século XXI

Enviada em 11/03/2019

Há muitas gerações as famílias são consideradas aquelas que envolvem a união de um homem e uma mulher que geram filhos, logo, esse padrão tornou-se normal e socialmente aceito. Porém, não é sempre que há amor somente entre pessoas do sexo oposto, ou até somente por duas pessoas, e como indivíduos detentores de direito, querem formar sua família e serem aceitos por suas diferenças.

Visivelmente, as organizações familiares tem mudado ao longo do século e tem causando grande impacto negativo a classe conservadora e tradicional. Na Câmara dos Deputados, houve uma comissão especial referente ao Estatuto da Família. Nele, seria considerada família apenas os núcleos formados por um homem e uma mulher, ou seja, dando ênfase a exclusão de novas estruturas que tem crescido no país.

Em vista disso, revela-se o preconceito e a desinformação sobre esse assunto, além da intolerância ao direito de liberdade do indivíduo, não apenas relacionado aos homoafetivos, igualmente as mães e pais solteiros e aos poliamorosos. Na verdade, esses núcleos por muitas vezes demonstram mais estabilidade, mesmo bombardeados pelos padrões que a sociedade impõe, são capazes de provar o valor da educação e respeito ao próximo.

Diante do conteúdo exposto, é  possível compreender que os novos núcleos familiares não são menos válidos e deve-se levar ás pessoas mais informações, a fim de se tornarem mais tolerantes. Para isso, são essências campanhas publicitárias e governamentais através de pesquisas e depoimentos que envolvem as novas famílias e comprovem sua importância e validez, para serem transmitidas nos meios de comunicação para que desde as crianças até os idosos entendam o valor do amor, não importa em qual família seja.