O conceito de família no século XXI

Enviada em 02/07/2019

É notório que a sociedade vive em constante evolução, e a medida que o mundo evolui, o maior laço humano segue essa progressão: a família. Assim,  por possuir vários tipos, existem muitos tabus que precisam ser extintos. Para isso é preciso compreender essas mudanças desde a era patriarcal com prejulgamentos  e atualmente com varias ordens e diretrizes.

Primeiramente,  é preciso extinguir o preconceito acerca dos novos tipos de núcleos familiares. Ao mesmo modo que, por muito tempo a família era considerada como algo patriarca, ou seja, um líder, geralmente o pai, com sua mulher e filhos, no qual o único interesse era terras e boa  representação na sociedade. Atualmente, mesmo com a modernização, ainda há muito desprezo  por qualquer coisa fora do padrão, desde as escolas que seguem dia das mães, dias dos pais, mesmo com algumas crianças que não possuem esse modelo  e até mesmo no congresso, onde em 2013 foi intitulado um projeto de lei que diz como padrão, a união de um homem com uma mulher e seus descendentes, o Estatuto da família, se aprovado, representará um enorme retrocesso contra a modernidade. Visto que, é preciso eliminar esse sentimento patriarcal.

Além disso,  existem vários tipos de núcleos familiares: homoafetivo, união estável, monoparental, entre outras, todas surgidas conforme a sociedade luta por seus direitos. Com isso, ao analisar o sentido denotativo de família, expresso por um núcleo social unido por laços afetivos e segundo uma pesquisa do IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no qual sugere um crescimento de  45% nos casos de casamentos homoafetivos, fica explicito que essa relação  é muito mais do que uma certidão de casamento.  Á medida que, para constituir uma família, depende somente da vontade dos indivíduos de estarem juntos e felizes, independente de gênero, idade e situação social.

Portanto, é compreendido que família não segue nenhuma ordem, segue um ideal de bem estar e amor,  para qual é necessário que a população se conscientize e respeitem qualquer escolha. Para isso é importante que haja a partir do governo projetos de inserção de outros tipos de escolha no Estatuto da Família, para que os direitos sejam direcionados a todos, sem exclusão. Também se faz útil tratar esse assunto desde a infância, com projetos em escolas de inserção do dia da família, para que fique claro as crianças que existem diferentes costumes e elime qualquer  julgamento. Assim, a felicidade tornará o único padrão.