O conceito de família no século XXI

Enviada em 04/06/2020

Desde o momento em que há a união conjugal de duas pessoas forma-se uma família, porém o que é imposto pela sociedade é a junção especificadamente de um homem e uma mulher, deixando de fora as mães e pais solteiros, e principalmente os laços homoafetivos que não mais surpreendentemente, sofrem de forma contínua ataques preconceituosos por exigir com gritos, em massa silenciosos, seus direitos e expressarem sua forma de viver.

Com a mudança conceitual sobre família, os que se dizem tradicionais e conservadores sofreram um impacto por ver o modelo patriarcal sendo deixado cada vez mais para trás. Houve na Câmara dos Deputados a discussão de um projeto do Estatuto da Família que informava que somente seria considerado família a união entre um homem e uma muher, com isso é notável a intolerância a partir das decisões governamentais que têm grande influência no meio social, deixando claramente exposto a inflexibilidade do direito de liberdade.

Ainda que haja uma rejeição significativa sobre as novas formações familiares, é possível observar a influência da mídia ou indivíduos que defendem as mudanças e colocam o amor como fundamento primordial para a construção desta e estimulando a liberdade de expressão, como por exemplo o filme infantil Lilo e Stitch.

Assim sendo, para que a inclusão de novas formas conjugais aconteça é necessário o apoio das escolas privadas e públicas com palestras sobre o novo conceito de família explicando a variada formação da sociedade. Cabe ao Governo prestar apoio também em forma de campanhas divulgadas nacionalmente para a conscientização e tolerância de que existem padrões diferentes. Dessa maneira, surge aos poucos a paz empática e o amor.