O conceito de família no século XXI

Enviada em 08/12/2020

Com o surgimento do iluminismo, entendeu-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se conceito de família, no Brasil, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado apenas na teoria e não na prática e tal problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do País, seja pela  falta de amparo do governo, seja pela forma pejorativa que essas pessoas são tratadas.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o problema. Nesse sentido, vemos que alguns políticos até tentam afunilar legalmente ainda mais o conceito. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o direito de ter escolhas nas suas ações afetivas, o que infelizmente é evidente no país.

Outrossim, destaca-se também a forma pejorativa que essas pessoas são tratadas, como impulsionador da presente problemática. De acordo com a Constituição Federal de 1988, todos tem direito a igual tratamento perante a sociedade. Nessa linha de pensamento, constata-se um nítido desrespeito aos princípios constitucionais estabelecidos na Carta Magna. Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos.    Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação, por intermédio das escolas e das mídias sociais, façam palestras nas escolas e campanhas midiaticas a fim de tornas as pessoas mais tolerantes ao que elas consideram como incomum. Assim, se consolidará uma sociedade mais empatica, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.