O conceito de família no século XXI
Enviada em 06/12/2020
Como descrito por Newton, um corpo não terá seu movimento alterado à menos que uma força externa suficiente atue sobre ele vencendo sua inércia. Esta é, a atual realidade do conceito família no século XXI, assim como tem sido no decorrer da história: uma inércia que persiste em detrimento dos núcleos sociais e as questões do preconceito. Em suma, convém analisar os principais pilares dessa chaga social.
Em primeira análise, cabe pontuar que as famílias vem se transformando e ganhado novas configurações, surgindo outros membros de diferentes papéis. A exemplo, mães criando seus filhos sozinhos, casamentos de homossexuais e adoções de crianças por pessoas do mesmo sexo, essas são algumas mudanças que vem acontecendo nas famílias brasileiras, porém, a maioria da sociedade não aceita essas transformações, pois acredita que o conceito parentes é apenas os núcleos sociais formados pela união de um homem e mulher.
Ademais, outro fator é responsável pela deficiência da problemática no país: o preconceito, que é espelhado da formação de família diferentes das tradicionais e de lares homo afetivos. Comprova-se isso, por meio de pesquisas feitas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que relatou a nova realidade do conceito parentesco, aumenta a discriminação da população excluindo tais grupos da sociedade, que não seja considerado útil perante a família tradicional.
Dessa forma, são necessárias forças externa suficiente para modificar o impasse sobressaindo sua inércia. Portanto, o estado na figura do Ministério da Educação, sensibilize a sociedade sobre a nova formação de família atualmente e que a exclusão destas só levarão para desastres, por meio de programas educacionais nas redes sociais e conferências nas instituições de ensino, com intuito de garantir que todas as famílias sejam aceitas. Além disso, outras medidas devem se feitas, mas de acordo com Oscar Wilde “o primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação”.