O conceito de família no século XXI
Enviada em 15/12/2020
A telenovela brasileira Babilônia,como fábula histórica,retrata um tema bastante conflituoso atualmente:Rafael é filho de duas mães e claramente é disparado sobre ele preconceito e discriminação decorrente dessa “anomia” vista pela sociedade.De maneira análoga,a narrativa expõe como um conceito de família ultrapassado ainda se mantém enraizado na população brasileira,que apesar da mobilização de pensamentos se tornar virgente,muitos demiurgos martirizam outros através de discursos de ódio e preconceito.Por esse viés,torna-se fundamental apontar o corpo social e a passividade governamental como agentes que empece a aceitação desse novo conceito de família.
Em primeiro lugar,de acordo com o dicionário Houaiss a nova definição de família se constitui em uma relação solidária a partir de um núcleo social afetivo.Conquanto,a sociedade civil,como responsáveis pelo entendimento cultural de seus filhos,perpetue uma discriminação enraizada o que dificulta,hoje,o seu pleno desenvolvimento e autonomia.Isso pode ser explicado segundo o sociólogo Talcott Parsons,o qual diz que a família é uma máquina que produz personalidades humanas,o que legitima a ideia de que o preconceito difundido socialmente interfere na emancipação dessa problemática.
Por conseguinte,essa situação está relacionada a inexistência ou incipiência de gestores governamentais ao acesso de informações e a clara visão utilitarista.De acordo com o sociólogo Max Weber o Estado tem o poder de coersão sobre os indivíduos,e de formular leis para controlar a conduta da sociedade.Sendo assim,o novo decreto de Estatuto da Família será consolidado,e os dominados(a população em geral) deverão obedecer à autoridade alegada pelos seus detentores,o que causaria uma enorme discrepância e retardamento no desenvolvimento social.
É evidente,portanto,que medidas devem ser sancionadas com o fito de reverter a situação ideológica atual.Cabe as instuições de ensino juntamente com a mídia com proatividade deliberar acerca dessa limitação, a partir de palestras elucidativas e propagandas que detalhem a importância da família seja o núcleo social que for,para que a sociedade civil não seja complacente com a cultura de estereótipos difundidos socialmente,por meio da disponibilização de verbas e políticas públicas convenientes.Ademais,o Estado deve orientar e fiscalizar por meio de uma garantia judicial os demiurgos indiferentes a problemática abordada,contribuindo na mudança de pensamento.Somente assim,será possível contrariar a temática da “Babilônia” como um fator extrínseco a sociedade brasileira.