O conceito de família no século XXI

Enviada em 16/12/2020

No período da Idade Antiga, já existia a submissão da mulher pelo homem, na qual as fêmias eram úteis apenas para procriar e criar seus filhos para a guerra, assim colocando o homem como patriarca. Diante disso, a sociedade atual ainda é vítima de diversos preconceitos, entre eles, entidade familiar como núcleo social não pode ser formado de pessoas do mesmo sexo. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específico, que emerge devido à má influência midiática e insuficiência governamental, que não garante tais direitos.

Primeiramente, o silenciamento da mídia caracteriza-se como um complexo dificultador para o conceito de família nuclear. Sob essa ótica, conforme Pierre Bourdieu o que foi criado para ser instrumento de democracia não pode ser convertido em mecanismo de opressão. Imerso nessa logística, pode-se observa que os grandes veículos de informação não trazem a pauta sobre a diversidade familiar, vista como um tabu nos dias atuais.

Diacordo com o artigo 5 da Constituição Federal de 1988, todos são iguais a lei, sem distinção de qualquer natureza. Sob esse viés, tais direitos não são garantidos na prática, uma vez que dificulta-se a adoção e o reconhecimento de homossexuais como família nuclear. Dessa forma, percebe-se uma irresponsabilidade governamental pelo fatos desses benefícios não serem mantidos, porém tais garantias devem ser cuidadas em prol da valorização dos direitos sociais.

Portanto, cabe ao Ministério da Cidadania, em parceria com o MEC(ministério da educação), nas instituições públicas e privada, promovam por meio de campanhas de conscientização para pais e alunos, debates engajadores sobre a diversidade familiar, bem como campanhas nas redes sociais sobre o tema. Nesse sentido, o fito de tal ação é promover a diversidade.