O conceito de família no século XXI
Enviada em 25/06/2021
No século XX, ocorreram inúmeros movimentos sociais em países árabes, americanos, europeus, reivindicando maior liberdade individual, mais direitos sociais e equidade de gênero. Contudo, toda tentativa de reforma, tem por natureza uma reação, e isso é prejudicial em escalas democráticas quando fere e igualdade entre cidadãos. Portanto, são evidenciadas problemáticas de, ignorância da maioria da população, bem como, certa negligência estatal.
A priori, as bases educacionais brasileiras foram alicerçadas no período colonial, pautados em intolerância e preconceito. O movimento Woodstock foi um momento de efervecência cultural, nos anos 70, que envolvia músicas, entre outros festivais artísticos, questionando o ´´modo de vida americano e o consumismo, pregando liberdade sexual, familiar, etc. Esse evento ganhou grande força na época, mudando certas mentalidades e perpetuando contribuições pra toda história seguinte. Mesmo assim, apesar do acontecimento, o desconhecimento da população conservadora, resulta em práticas de violência, física e psicológica, segregação social e política, impedindo pelo ´´fato social(estabelecido pelo sociólogo francês Émile Durkheim) a existência de núcleos familiares sem a estrutura comumente aceita.
Outrossim, o Estado deveria assegurar os direitos inalienáveis de sua população. Conforme o que está exposto na Constituição Federal de 1988, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo o direito à vida, à liberdade, à igualdade, e assim por diante. Nessa perspectiva, é imperioso que haja o cumprimento dos direitos do cidadão, garantindo a eles o direito de escolha e receber respeito de todas as instiuições públicas existentes, afirmando a figura do governo democrático.
Portanto, medidas são necessárias para mitigar os entraves supracitados. Cabe ao Ministério da Educação, como gestor nacional da área, promover palestras e debates, através do uso de mídias sociais e escolas público-privadas, para que haja a discussão do que é, assim como a importância de aceitar o próximo, com intuito de esclarecer os pensamentos das novas gerações, que, com o tempo se aproxime da equidade. Destarte, é dever da Câmara dos Deputados, elucidar leis e processos mais igualitários na parte burocrática, com auxílio do Ministério da Justiça, na fiscalização do tratamento proferido aos referidos grupos, a fim de assegurar a equanimidade constitucional.