O consumismo e a cultura de ostentação no Brasil

Enviada em 05/10/2023

No Brasil, apesar de a Constituiçao Federal de 1988, garantir todos os direitos aos cidadaõs brasileiros. Observa-se, hodiernamente, o abuso dessas prerrogativas por parte de muitos jovens , no que tange ao consumo e a ostentação na compra de bens. Nesse sentido, o processo sócio-cultural contribuiu para o agravamento desse imbróglio. Isso ocorre, devido a inércia estatal e pelas falhas educaionais.

Vale pontuar de início, que a omissão do Estado, é fator preponderante na vida dos cidadãos. Para o filósofo Thomas Hobbes, o homem necessita da intervenção do Estado, para promover o equilibrio social. No entanto, o que se verifica-se é a precariedade dos órgãos estatais, na orientaçao desses consumidores de bens. Outrossim, o excesso de propagandas enganosas e sedutoras nos meios de comunicações, inclusive na televisão e redes sociais aumenta o consumo e a ostentaçaõ. Consequentemente, essa problemática ocasiona desiquilibr´brios financeiros nas famílias, assim como, fatores psicológicos para essas pessoas.

Ademais, fundamentando se no sociólogo zygmunt Bauman, o qual afirma que a fragildade nas relações políticas e econômicas é caracteristica da Modernidade

líquida vivida no século XX. Todavia , ainda se constata essa realidade no sistema educacional brasileiro. Nesse sentido essas falhas são oriundas de um sistema arcaico que não inclui disciplinas de consumo e compra de bens na orientação no preparo desses indivíduos nas escolas e faculdades. Portanto, para Paulo Freire, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.

Fica evidente, portanto, que o Estado atue de forma concreta e adote medidas

efetivas ,por meio do Ministério da Educação, mediante investimentos e políticas públicas direcionadas, nas escolas e Universidades, assim como fiscalização pelos órgãos competentes, a fim de reduzir o consumismo exagerado e a ostentação de muitos jovens que são vitimas dessas propagandas enganosas feitas pora atores dos meios de comunicação . Alémo disso, é necessário a participação da família e ONGS com palestras e diálogos, exemplos, para diminuir esse problema, afim de que isonomia constitucional seja cumprida de maneira satisfatória.