O consumismo e a cultura de ostentação no Brasil
Enviada em 19/09/2023
A Revolução Industrial, período que marca a transição para a Idade Contemporânea, é caracterizada pelo grande avanço nos meios de produção e escoamento de produtos. Isto posto, os reflexos do movimento citado ainda perduram no âmbito societário hodierno, logo, cabendo citar o consumismo e a cultura de ostentação como impasses que se maximizam no estado brasileiro. Sendo assim, é preciso analizar ora o papel inerte da educação, ora a má gestão da mídia como agentes motrizes ao imbróglio.
Evidencia-se, em tese, a notoriedade do potêncial da educação para coibir o avanço do probelma, visto que essa área proporciona o desenvolvilmento do censo crítico e sua aplicação no cotidiano. Seguindo essa linha lógica, a educação também pode ser conceituda, segundo a socióloga Marilena Chauí, como um fator promovedor de equidade social e sapiencial ao âmbito popular do Brasil. Entretando, a carência de ações para promover o desenvolvimento de uma didática voltada ao preparo dos discentes à esfera financeira restringe a resolução do algoz. Por conseguinte, implicando no avanço da cultura de consumo e contrastando com a ideia de Chauí.
Em uma segunda análise, cabe ressaltar a má condução dos veículos midiáticos a respeito das consequências do consumo em execesso como um indicador de persistência da problemática abordada. Sendo assim, a carência de ações publicitárias que explicitem o perígo do consumismo, tal qual a degradação ambiental e a produção de não recicláveis em massa, atrelam, consequentemente, a não cientização popular e o descuido com os meios de consumo.
Em síntese, urge que o estado atue de modo cabível para minimizar o algoz. À vista disso, o Ministério da Educação, aliado as emissoras de televisão e a veículos da internet, deve implantar medias educativas que visem instruir à sociedade sobre os avanços do consumo e suas resultâncias, essas medidas devem ser realizadas por meio de cartilhas lúdicas e campanhas publicítarias com o fito de cientizar a população e reduzir os danos advindos da Revolução Industrial. Destarte, erradicando o óbice de acordo com ideário social de Chauí.