O consumismo e a cultura de ostentação no Brasil
Enviada em 20/09/2023
Segundo a obra “Pai Rico Pai Pobre” de Robert Kiyusaki, o que importa mesmo são os ativos e não os passivos tendo como ativo tudo aquilo gerador de renda ao contrário do passivo que não gera receita. Nessa ótica, a cultura do consumismo e ostentação tem valido como um passivo que precisa ser discutido.
Em primeiro lugar, o consumismo no Brasil já começa precocemente na infância. Nessa perspectiva, já na infância propagandas midiáticas apresentando brinquedos em junção com comidas aliciando ao consumismo. Ademais, isso cria uma massa de adultos endividados e inadimplentes. Logo, cabe uma solução à problemática.
Em segundo lugar, vem à ostentação que está entre o ser e o ter. Nesse sentido, nem sempre o ser é o ter isso se explica pelo individuo ostentar um telefone de última geração que não é dele, porque está parcelado o mesmo acontece com um carro financiado ou imóvel. Além disso, o desejo de ser popular é maior que o desejo de compra. Assim, medidas devem ser tomadas de combate à ostentação.
Destarte, é função do Ministério da Educação(MEC) combater a cultura consumista desde o ensino primário, que pode ser feito com a capacitação dos professores para lecionar educação financeira, para que as crianças e jovens de hoje sejam adultos conscientes de amanhã. Cabe ao Estado juntamente com as mídias, pôr publicidades e propagandas sobre a importância de se educar financeiramente, bem como os prejuízos que pode acarretar a ostentação, e quem sabe assim o Brasil se torna um exemplo ao mundo.