O consumismo e a cultura de ostentação no Brasil
Enviada em 22/09/2023
O consumismo como consequência das novas tecnologias e da ostentação
Desde o século XVIII, época em que iniciou o processo de formação em massa de grande industrias, existia uma forte ideologia de evolução constante da tecnologia e no desenvolvimento de novas máquinas que a cada ano apresentava novas melhorias e “atualizações”. Esse conceito gerou, como consequência, um dos maiores problemas que a sociedade tem enfrentado atualmente: o consumismo desenfreado.
Essa ideologia que domina, fundamentalmente, as grandes empresas que buscam melhorar o próprio patrimônio, serviu como base para a produção desenfreada de novas tecnologias. Esse processo é muito evidênte em grandes empresas tecnológicas como a “apple”, a samsung e muito outros, em que a cada ano é apresentado ao público um novo aparelho com novas funções e acessórios. Servindo como um incentivo ao consumismo desnecessário do público.
Além disso, a sociedade brasileira tem demonstrado um hábito de ostentar riquezas como uma forma de exaltar a própria imagem pública. Em redes sociais como o “instagram”, por exemplo, é comum encontrar fotos que ostentem bens materiais, viagens para lugares exóticos ou famosos. Esse hábito se demonstra como uma fraqueza diante das propagandas que exibem novos celulares com estilos pomposos e funções cada vez mais luxuosos.
Ao analisar as questões anteriores nota-se que as principais causas do consumismo desenfreado são a produção desenfreada de novas tecnologias e o hábito dos brasileiros de ostentar bens materias em redes sociais. Dessa maneira, uma das maneiras de frear o consumismo desnecessário da sociedade contemporânea é o controle da população frente ao seu hábito ostensivo de expor, em redes sociais, novos bens materias que não são necessários e conscientizar a sociedade sobre os efeitos negativos que a produção em massa e o consumo desenfreado causam no mundo e na própria humanidade.