O consumismo e a cultura de ostentação no Brasil
Enviada em 22/09/2023
No filme, “As patricinhas de Bevelly Hills”, a personagem principal é consumista e compra coisas sem a necessidade, apenas para reduzir seu estresse e tristeza. No entanto, fora da ficção, na realidade brasileira, é possível reparar que muitos brasileiros possuem hábitos ruins de consumimos. Dessa forma, convém analisar e discutir sobre a má influência midiática e a destruição ambiental.
Nesse contexto, a princípio, pode-se destacar que a má persuasão da mídia é um fator que contribui com o consumo exacerbado sem necessidade. Sob essa perspectiva, de acordo com o filósofo Habermas, “a construção social é feita através dos meios de comunicação e da difusão de informações”. Desse modo, as redes sociais possuem um importante papel nos hábitos dos cidadãos, e quando essa influência não é positiva, gera empecilhos, como o consumo em excesso, que pode criar despesas para os consumidores. Logo, medidas precisam ser tomadas.
Além disso, é válido ressaltar que a poluição do ambiente é uma consequência direta do consumismo. Nessa conjuntura, o filme “Wall-E”, retrata o mundo destruído por conta do lixo. Dessa maneira, o consumo desenfreado gera alta quantidade de lixo que, infelizmente, não são descartados da forma correta e, muitas das vezes, o destino final desse resíduos é a natureza. Sendo assim, é inadmissível que o governo continue sendo omisso ao permitir isso.
Pode-se perceber, portanto, que o consumismo ainda apresenta alguns desafios no Brasil. Para que isso seja minimizado, é preciso que a Mídia - grande difusora de informações da atualidade - mostre os malefícios das compras sem necessidade, por meio de propagandas nos rádios, a fim de que mais brasileiros façam o consumo consciente. Ademais, é necessário que o Poder Legislativo reforce as leis de proteção ao meio ambiente com punições mais severas. Quem sabe assim, com essas medidas, menos pessoas tenham o mesmo comportamento que a personagem de “As patricinhas de Bevelly Hills”.