O consumismo e a cultura de ostentação no Brasil

Enviada em 05/10/2023

No filme “Até que a Sorte nos Separe”, produzido pela Globo Filmes, mostra o protagonista “Tino” gastando a sua fortuna de maneira desenfreada, como forma de ostentação, sem se preocupar com o futuro, e, posteriormente, o levando a falência. Fora da ficção não é diferente. Segundo uma reportagem da Record TV, um homem ganhou 30 milhões, e perdeu tudo por causa de sua luxuria desregrada. Dessa forma, a problemática em questão ocorre na contemporaneidade, seja pelo silenciamento das mídias, seja pela desinformação.

Sob esse viés, a falta de informação é um dos fatores que agrava o impasse. De acordo com o livro “Teoria da Ação Comunicativa”, de Habermas, a consciência moral pode estimular a análise, interpretação e explicação. Com isso, é necessário que todos saibam que a cultura do consumismo é extremamente prejucial para os indivíduos que desfrutam dela, já que é essa cultura que leva as pessoas a entrarem em falência.

Ademais, o silêncio das redes sociais acarreta o problema. De acordo com o professor Afonso Albuquerque, a mídia brasileira é considerada o quarto poder e deve ser vista de maneira conceitual, uma vez que ela gera grandes influências para a sociedade. Dessa maneira, as redes de informação devem aproveitar o seu poder de influência para debater essa pauta e garantir que as pessoas sejam mais cuidadosas com o seu próprio dinheiro.

Em suma, é de extrema importância solucionar o contratempo apresentado. Para isso, cabe as mídias sociais, como Intagram e Facebook, junto ao Ministério da Comunicação, por meio de divulgações na internet, televisão e rádio, conscientizar e explicar as pessoas que o dinheiro que elas tem, é quem garante sua estabilidade financeira. Essa iniciativa terá a finalidade de motivar os cidadãos a serem mais precavidos com o seu patrimônio, e garantir que menos pessoas entrem em situação de pobreza.