O consumismo e a cultura de ostentação no Brasil
Enviada em 06/03/2024
Na série da Netflix,‘Ate que a sorte nos separe’ mostra a realidade de uma família que acaba se prejudicando pelo excesso do consumo de pertences e de muita ostenção. Fora da ficção, o consumismo e a cultura de ostentação são desafios nacionais.Nesse âmbito, é lícito destacar como pilare do problema a obsolescência programada e a falta de educação financeira.
Sob esse viés, é importante salientar a obsolescência e os seus impactos na sociedade como implusionadora do problema. Conforme essa ótica, o artigo 5 da Constituição Federal, garante liberdade a todos e dever do governo.Contudo, cénarios como, a partir dessa liberdade muitos se aproveitam e se levam pelo execesso em compras, e a obsolescência aparece onde os produtos são criados ja para pararem de funcionar, a cultura de ostentação entra quando os produtos modernos atualizam, de modelo, fazendo com que a sociedade consuma cada vez mais,mostra que os poderes públicos não seguem o documento de maior hierarquia jurídica brasileira. Desse modo, tal legislação apresenta resultados insuficientes, já que os governos, atualmente, são incapazes de levar a liberdade para todos.
Além disso, é nécessario ressaltar que a falta da educação financeira gera uma crise para o consumidor, e a ostentação visa mais ainda essa importancia de uma boa educação. Nesse contexo, segundo Lamarck a sociedade é fortememte influenciada no meio em que estão inseridos.Destarte, observa-se que a população é influenciada, por meio digital, tudo que for novo e inovador, visto que, a população vive sem conhecimento algum sobre problemas psicologicos causados pelo consumismo, que acabam levando a falência. Assim, a ignorância da população é transmitida de geração em geração, perpetuando o problema do desconhecimento.
Portanto,a urgência de ações interventivas, com fito de amenizar a questão. Logo, o Minisério do Consumidor, deve realizar palestras, visando contolar o cosumismo,por meio das redes sociais.Outrossim, é dever do Ministério da Educação, colocar como matéria escolar a educação financeira nas escolas, pretendendo acabar com o consumismo e a cultura de ostentação no Brasil.