O consumismo e a cultura de ostentação no Brasil

Enviada em 07/10/2024

O “Artigo 1° da Constituição Federal” diz que todas as pessoas devem ser tratadas com respeito, igualdade e liberdade. Nessa perspectiva, é dever do Estado garantir esses direitos à população,sem exclusão de nenhum grupo social. No entanto, o consumismo e a cultura de ostentação no Brasil enfraquece o princípio retratado por conta da má influência midiática e a divisão desigual de renda.

Primeiramente,a má influência midiática contribui, negativamente,para o problema. Dito isso,com várias pessoas ostentando seus bens na internet causa muitas emoções no público como comparação,sentirem-se deprimidos, hipnotizados e vários outros. De acordo com a “Constituição Federal de 1988 no Artigo 6°” todas as pessoas possuem direito ao lazer, porém,com essa influência negativa das redes sociais a população mais pobre irão se comparar com os cidadãos ostentando e talvez pensem que estão vivendo de forma errada.

Ademais,uma das principais causas é a divisão desigual de renda. Isso posto,essa distribuição desproporcional de renda resulta em uma camada com poder financeiro e outra não,gerando ostentação de uma sobre a outra. Segundo a Declaração Universal de Direitos Humanos,promulgada em 1948 pela ONU-, assegura a todos os indivíduos o direito ao bem-estar social, incluindo a distribuição igual de renda, porém,o Estado,muitas vezes, não cumpre com essa norma o que é lamentavelmente evidente no país.

Portanto,a solução para o consumismo e a cultura de ostentação no Brasil é o Estado, órgão responsável pelo bem-estar do brasileiro,por meio do Ministério da justiça,distribuir rendas proporcionais e atender,de forma especial,as pessoas em vulnerabilidade financeira,com a finalidade de todas as pessoas possuírem mesmo poder de compra.