O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual

Enviada em 02/08/2020

De acordo com um estudo realizado na Universidade de Lundi na Suécia, o consumo de carnes por seres humanos contribuiu com o desenvolvimento e expansão da espécie. Entretanto, dietas carnívoras tem sido discutidas como ameaça a evolução humana. Devido ao de artifícios, danosos a saúde, afim de suprir as demandas do mercado, também pela devastação ambiental causada pela criação para abate.

Em virtude da alta no consumo de carnes, a industria alimentícia aderiu ao uso de hormônios com intuito de acelerar o crescimento dos animais, contudo, a ingesta desses artifícios oferece riscos a saúde, como a mutação de células. Embora o uso dessas substância esteja proibido, consumidores não sabem ao certo se tais alimentos são ou não livres de hormônios, pois não há informações claras por parte dos fabricantes, visto isso, existe uma negligencia quanto a saúde da população.

Além disso, como mostra o documentário Ser Tão Velho Serrado. A produção de pasto devasta florestas nativas, provoca infertilidade do solo, por causa da extensão do plantio e uso de agrotóxicos. Ademais, esse cultivo também  compromete as reservas de água doce do planeta. Sem às arvores nativas as chuvas ficam raras, o solo não filtra à água que abasteceria os aquíferos. Sendo assim, a criação de gado para abate favorece o aquecimento global, fora a escarces de recursos essenciais.

Visto isso, o Ministério da Saúde, deve fiscalizar a produção desses alimentos, instruir à população pesquisar as origens das carnes que consomem, por meio de ações nas Unidades Básicas de Saúde. No mais, cabe ao Ministério do meio ambiente alertar os cidadãos quantos aos impactos ambientais das dietas carnívoras, com campanhas na TV e internet, por fim sugerir meios de consumo sustentável, com intuito de preservar o meio ambiente como um todo e saúde humana.