O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual

Enviada em 14/08/2020

O consumo de carne como questão social não é um tema atual: desde que a indústria agrícola e agropecuária começou a crescer, as pessoas se perguntam se devem parar de consumir tal produto. Embora essa comida traga benefícios ao homem, ao ingerir em excesso, pode causar câncer e problemas cardíacos. Logo, o consumo exagerado de carne é prejudicial, tanto para os seres humanos quanto para a fauna e flora.

Nesse contexto, quem come mais carne, especialmente carne vermelha, tem índices maiores de câncer e de infarto, as duas principais causas de morte do planeta, cerca de 34.000 mortes. Todavia, há vitaminas que não podem ser repostas com outros alimentos como a B12, que é fundamental para o organismo do homem. Apesar do gosto ser bom, muitos animais sofrem por consequência do consumismo egoísta do ser humano já que, de acordo com nutricionistas o valor máximo de calorias de carne a serem ingeridos são 500 gramas por semana.

Sob o mesmo ponto de vista, bois, aves e porcos morrem todos os dias para alimentar as famílias que estão mais preocupadas com o preço da carne , do com com a vida desses animais. Porém, a pecuária também afeta o meio ambiente e de acordo com o site da Uol, aqui no Brasil, 65% do desflorestamento é causado pela pecuária. Sendo assim, com a grande quantidade de exploração de animais a água é gastada e desperdiçada  em uma proporção significativa.

Em suma, o consumo exagerado de carne pode acarretar em problemas de saúde e ser prejudicial tanto para os animais, quanto para o meio Ambiente. Por certo, entre 10% e 12% das emissões de gases do efeito estufa derivam da agropecuária. Portanto, uma atitude viável a se tomar, seria o Conselho Nacional de nutrição atribua como objetivo a criação de uma lei, para que os brasileiros só comam 500 gramas de carne por semana. Assim, a população ficaria mais saudável e a natureza, protegida de novos desflorestamentos.