O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual

Enviada em 14/08/2020

Na época do Homo erectus, ancestral que emergiu por volta de 2 milhões de anos, a carne crua já era um dos principais componentes da alimentação diária. Hoje após algumas alterações gastronômicas e principalmente com o passar dos anos, conhecemos a carne perante diversos pratos como fonte de proteína e vitaminas do complexo B além de variados elementos absorvidos pelo nosso corpo. Porém o que muitas  pessoas não  sabem é que a carne é apenas uma das variadas fontes de proteína, e um dos fatores que mais causam desastres ambientais no mundo.

Ao pensarmos em parar de consumir carnes, peixes, aves, suínos e derivados é possível imaginar uma discussão sobre os hábitos alimentares na sociedade atual que segundo estatísticas dadas pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) o Hemisfério Norte lidera o consumo, sendo seguido de perto pelo resto do mundo. Sobretudo nós seres humanos, temos várias fontes de informação que nos comprovam o fato que a carne não é a única opção de alimentação que contém proteína mas mesmo assim continuamos consumindo carne de maneira acelerada causando desastres irreparáveis no meio ambiente.             Consumir carne contribui para a destruição de habitats naturais, extinção de espécies, erosão dos solos, inundações, redução dos recursos hídricos, diminuição a ocorrência de chuvas, sofrimento de inúmeros animais, entre outros problemas que estão devastando nosso planeta aos poucos, e as pessoas continuam achando que consumir carne é a única maneira de sobreviver ou de ter uma dieta equilibrada.

Dentre tanta falta de irresponsabilidade por parte do ser humano, o ideal seria o equilíbrio do consumo de carne, abaixando aos poucos o número de consumidores desses produtos, conscientização por meio de palestras sobre o abate de animais e os problemas do meio ambiente, além de uma negociação para que os preços dos grãos,vegetais,frutas sejam mais baixos para que haja uma transição na alimentação carnívora.