O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual

Enviada em 14/08/2020

A ingestão de carne existe desde a Idade da Pedra, com os registros de caçadas. Por muitos anos o simples fato de ingerir este alimento simbolizou a riqueza e as altas classes sociais. De fato, com o passar das décadas, seu consumo foi se regularizando, e até hoje é uma tradição cultural. Porém, o jeito o qual tratamos os animais no abatedouro, ou cuidamos do pasto onde esse é criado, trazem muitos prejuízos e desperdícios ao planeta terra.

Conforme dito, as técnicas de sacrifício animal são muito cruéis, fazendo com que o animal sofra muito antes de morrer. Diversas Organizações Não Governamentais levantaram ideias de como evitar os maus tratos aos bichos na hora da matança. A organização Proteção Animal Mundial, promove desde de 2007 o chamado abate humanitário, que consiste na utilização de técnicas para reduzir o estresse de bovinos, suínos e aves, fazendo com que assim, o animal não sofra desnecessariamente.

Em concordância, as maneiras usadas na agropecuária são prejudiciais ao meio ambiente, por causa do desmatamento ocasionado para obtenção de áreas de pasto para o gado. Segundo a matéria publicada pelo site de noticias G1, o desmatamento criminoso da floresta Amazônica cresceu 74% nos últimos 30 anos, e a partir desses números, 80% sejam usados para pecuária.

Em suma, como maneira de evitar o desmatamento, deve-se adotar maneiras sustentáveis de criar o gado, maneiras onde o solo possa ser reutilizado e não totalmente desgastado, e pela conservação das florestas. Isso só pode ser concluído por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Para que assim, as regiões florestais venham a ser preservadas. Outra solução que pode-se aderir é o abate humanitário sugerido pela ONG Proteção Animal Mundial, por meio do Ministério, para que assim não haver os maus tratos aos animais.