O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual
Enviada em 16/08/2020
Segundo o Darwinismo, os seres vivos são espécies modificadas ao seu meio. Logo, só é capaz de se reproduzir os mais adaptados. Nesse sentido, a alimentação dos seres humanos, em suma, composta por carne, é fator inerente para a manutenção da vida. Contudo, essa prática não é bem vista por uma parcela da sociedade, pois são interpretadas como ações de exploração animal. Tais filosofias, são adotadas em sua maioria, por falta de conhecimento e negaciosismo do benefício causado por este recurso. Logo, faz-se necessário a discussão sobre a sua importância para a humanidade.
Primeiramente, segundo uma matéria divulgada pela revista Época, uma dieta carnívora contribui para a longevidade de vida dos seres humanos, reduz os riscos de Alzheimer e doenças cardiovasculares. Partindo disso, faz-se necessário o consumo regular de carne para a diminuição destas mazelas, que têm afligido a humanidade desde o paleolítico.
Em segundo lugar, a não ingestão deste alimento, conforme um estudo publicado na BBC NEWS, diminui a absorção do ferro, que tem maior concentração em alimentos de origem animal. Contribuindo, no longo prazo, para a falência dos rins, que precisam deste para a sua manutenção. Logo, é imprescindível que este alimento esteja incluso nos cardápios das pessoas.
Assim, faz-se necessário a divulgação destes benefícios, juntamente aos órgãos de mídia televisa, em horário nobres, para o combate deste pensamento antagônico. Isso deve ocorrer a partir de propagandas e imagens simples, que mostram os resultados do consumo diário deste alimento. Como consequência, em algumas décadas, se aumentará a expectativa de vida mundial, que atualmente, segundo a Organização das Nações Unidas, é de 72 anos.