O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual

Enviada em 23/08/2020

Cazuza nos diz, “ Eu vejo o futuro repetir o passado”, O consumo de carne não é um problema atual. desde a metade do séc XX essa vissitude é uma realidade, desse modo, na contemporaneidade, as dificuldades ainda persistem, seja por falta de conscientização da população, ou por empresas que apenas visam o lucro.

Em princípio, muitos acreditam, que a carne é indispensável na alimentação devido a proteína, alguns aminoácidos e outro, No entanto, a alimentos de origem vegetal que possui também essas propriedade como aveia, feijão, frutas, verduras e legumes. Assim, a carne tornou-se, tal qual o café preto, cultural, ao contrário para o Homem pré histórico, que não sabia plantar. Sabe-se que na era glacial sua principal fonte de alimento era a carne, porém sem desmatar, uso de agrotóxico, hormônios e outros, não sendo na época se tratando de uma sociedade sedentária. Apesar de que, devemos respeitar o ato cultural, não deve-se, fechar os olhos para os resultados negativos de reações de determinada ação, uma vez que a ação de alguns grupos afeta todos do planeta, seja não só com a contribuição do aquecimento anormal do planeta devido a liberação de gás metano pelos bovinos, como desmatamentos de áreas para pasto e outros.

Outrossim, Epicuro, filósofo grego coloca que, você é o que você come, ou seja, devemos saber o que comemos, apesar de tudo, essa preocupação não parece ser realidade de grande parte da população, tendo em vista que, apesar de indústrias pecuaristas e granjeiras usarem Hormônios e outros métodos em suas criações, que podem estimular não só futuramente o aparecimento de possíveis doenças mas também agravar o prejuízo ambiental. Apesar de tudo, o lucro está a aumentar, inevitavelmente com grandes áreas de gado, viveiros, plantações de alimentos para criações e outros. Segundo alguns dados pode-se citar que a previsão de crescimento para o Brasil na venda de aves é de 28% menor que a china com seus 37%.

Por conseguinte, o governo juntamente com SUS, Mec, postos de saúde e escolas, devem promover palestras presenciais transmitidas via rádios e canais de Tvs locais e outros. Palestras estas não somente com a finalidade de instruir o consumidor quanto a necessidade de aprender a alimentar-se saudável e evitar produtos com potencial danoso ao organismo, como também a conscientização das empresas produtoras. Além de investir mais em políticas públicas relacionadas a pequenos produtores rurais que trabalham na terra de forma menos agressiva. Por fim, aumentar a fiscalização sobre os métodos de produção alimentícia.