O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual
Enviada em 26/08/2020
O livro “Revolução Animal” de George Orwell descreve um futuro distópico em que os animais decidem revolucionar. No processo, os porcos estavam cansados de serem explorados, então se uniram e expulsaram o fazendeiro Sr. Jones. Embora essa narrativa seja fictícia, a falta de compreensão pode levar à degradação do ecossistema, portanto, o consumo de proteína animal no Brasil é um impasse.
Em primeiro lugar, deve-se enfatizar que a carne é utilizada por razões culturais. Segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil é o sexto maior país do mundo que consome ração animal. Nesse caso, fica claro que a comunidade não abandonou os “velhos” costumes. No entanto, compreender as consequências da produção é extremamente importante. Portanto, as pessoas precisam saber.
Além disso, vale ressaltar que de acordo com o artigo 225 da Constituição Federal de 1988, todos deveriam ter um meio ambiente ecologicamente estável, mas a grande demanda por manufaturados desequilibra o meio ambiente. O filósofo Heráclito Éfeso acredita que nada é permanente “exceto a mudança”, ou seja, as pessoas ainda querem mudar seus hábitos alimentares. Portanto, é necessário que o estado aja. Diante do exposto, é compreensível que o poder público deva adotar medidas que possam amenizar o problema do consumo de carnes. Nesse sentido, é urgente que o Ministério da Educação colabore com o Ministério da Saúde para a aprovação de projeto de lei submetido à Câmara dos Deputados para alteração do cardápio escolar, retirada de proteína animal e fornecimento de alimentação vegetal, com o objetivo de incentivar os jovens a se tornarem vegetarianos ou vegetarianos. De. Portanto, é desejável ter novos hábitos alimentares e proteger o meio ambiente com essa medida.