O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual

Enviada em 28/08/2020

O consumo de carne pela espécie humana vem desde seus primórdios. A transferência de uma dieta humana de vegetais para uma dieta mista com carnes revolucionou a história da espécie. Não somente pela maior variedade e quantidade de alimentos disponíveis, porém pois que a carne possui muito maior valor calórico do que um repolho, por exemplo, possibilitando que a espécie pudesse se desenvolver mais rápido.

Embora de vez em quando houvesse períodos de fome, com a revolução verde dos anos 60 e 70, junto com um novo movimento social (o hippie), nossas visões com a comida mudaram. Esses ditos hippies pregavam uma aproximação maior com a natureza. Embora já houvesse grupos que desaconselhavam o consumo de carne, seja por motivos políticos ou religiosos, esses novos hippies tratavam esses animais que um dia se tornariam um delicioso bife, como um “quase” humano.

A revolução verde trouxe um período de estabilidade alimentícia nunca antes vista. Uma produção maior de consumíveis agrícolas permitiu uma explosão populacional única na história. Foi nesse período que os fertilizantes industriais surgiram em escala global, apesar de já existirem antes.

Em nosso tempo, onde o indivíduo consegue e tem direito de escolha sobre sua vida, é evidente que alguns conflitos podem ocorrer. Caso eu escolha comer carne, por exemplo, alguém pode discordar da minha decisão. Porém, é extremamente necessário que se mantenha uma coesiva harmonia entre essas diferentes ideias de alimentação para que possamos ter a liberdade de comer ou aquele galeto ou aquele repolho.

Apesar que uma dieta bem equilibrada deve ser mantida, esta no final de tudo, o direito do consumidor escolher em própria consciência seu alimento, seja ele uma alface ou um alce,