O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual

Enviada em 02/09/2020

Desde da Conferência de Estocolmo, datada no final do século XX, discussões envolvendo o meio ambiente tornaram cada vez mais decorrentes, modificando visões que antes associavam o desmatamento com o progresso. Além disso, assuntos evolvendo a alta criação de animais e a qualidade de vida humana com os danos ambientais se ascenderam, onde contém diversos pontos culturais e ecológicos que tornam inviável uma decisão extremista.

Neste cenário, o Brasil se destaca nesta temática, envolvido com uma cultura extremamente relacionado com o consumo de carne desde a chamadas Brasil Colônia, onde que regiões do sul e do interior maranhense se tornaram, na época, os pioneiros da pecuária brasileira. Dessa maneira, de tal época até a atualidade, tais zonas de criação sofreram grandes expansões, afetando as áreas de preservações amazônicas, repercutindo pronunciamentos internacionais evolvendo a ONU e a UE no início de 2020.

Todavia, mesmo diante do desmatamento que todo esse processo provoca, países de baixas extensões territoriais praticam o consumo de carnes como uma solução alternativa de suprir a alimentação da grande população diante da má eficiência da agricultura nacional diante de tal situação, como os países europeus em sua massante maioria, sendo a segunda região mundial que mais realiza o consumo carnívoro, segundo as pesquisas divulgadas pela ONG Friends of the Earth.

Logo, é racional o questionamento de tais fatores e a denúncia da alta e exagerada criação de animais, acarretadas pelo neoliberalismo. Diante disso, é viável o estabelecimento de políticas de regulamentos em empresas do setor, entendendo a importância das ideias ecológicas, com o apoio do Ministério do Meio Ambiente, mídias e indústrias, a fim de atingir um maior bem-estar social.