O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual
Enviada em 24/09/2020
Uma boa alimentação, sem a necessidade de carne.
A expansão da agropecuária sobre as paisagens naturais do Brasil tem cobrado um preço alto demais para ser ignorado. Em nome do aumento da produção de soja e gado – grande parte destinados à exportação – grandes empresas desmatam, escravizam, contaminam o solo e a água, consumindo boa parte dos recursos hídricos. A produção de carne é responsável pela emissão de gases poluentes e acelera os efeitos do aquecimento global. Por isso, é preciso refletir sobre os limites dessa produção para a preservação de florestas, o incentivo à agricultura familiar e a manutenção do clima global.
Umas das saídas para reduzir a produção e o consumo de carne, é o vegetarianismo. O vegetarianismo é um estilo de alimentação de base vegetal, que exclui carne e peixe e que pode ou não incluir derivados de origem animal, como leite e ovos. A redução de carne no cotidiano não é simples, não é uma coisa que se faz de uma vez, requer um projeto de longo prazo, por conta da cultura de sempre comer carne, que vem das gerações antiga, principalmente no Brasil.
Porém a acessibilidade para se tornar vegetariano é cada vez mais dificultada, tendo em vista que alimentos como vegetais naturais saem mais caros do que a compra de carne no mercado da vizinhança. Assim promovendo a maior compra de carne que alimentos que possam a substituir, tendo isso em vista, um bom começo seria o movimento Segunda Sem Carne, proposto pela instituição GreenPeace , tirar a proteína animal do prato pelo menos uma vez por semana e com isso não só descobrir novos sabores como também ajudar o planeta.
Em vista dos argumentos apresentados, de acordo com a alimentação social, o Governo deveria criar Leis para a fiscalização da qualidade dos alimentos sendo menos de impactos químicos, assim a mídia também poderia atuar diminuindo propagandas de alto teor aos maus hábitos em relação aos produtos que necessitam de mais informações nutricionais de fácil acesso, assim será de impacto as famílias que irão melhorar na educação alimentar junto com as escolas podendo abrir informações de palestras ao que se leva a uma boa saúde.