O consumo de carne como questão social: a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade atual
Enviada em 14/11/2020
Uma série chamada “Explicando” deflagra a superprodução de carne induzida do consumo excessivo humano tornando-se um hábito cíclico, o qual afetará de modo negativo o mundo. Com isso, a ficção alerta à sociedade sobre os efeitos colaterais que essa mazela proporcionará caso não amenizado. Com isso, questões como a reeducação alimentar e a ótica bloqueada sob as consequências reais, devem ser devidamente compreendidas e argumentadas. Em primeira análise, é fundamental discorrer sobre o impasse na reeducação alimentar como obra promotora do problema, pois o povo não foi preparado para o consumo equilibrado. Por isso, vale pontuar a questão cultural perante a herança de os homens primitivos à sociedade moderna, a fim de corroborar o cenário recorre-se à ideia darwinista “O mais adaptado sobrevive” inerente à mudança dentária, que eles desenvolveram sobrevivendo das proteínas da carne. Em segunda análise, se pode analisar a ótica bloqueada sob as consequências reais: animais e ambientais, uma vez que não se nota a crueldade passada somente para satisfazer as vontades humanas, também ligadas ao “status” como ostentação do produto. Consequentemente, há o avanço dos problemas ambientais: o desmatamento, a escassez de água e o agravamento dos gases emissores do efeito estufa. Podemos concluir que, é dever do governo propor mais conhecimento sobre tal panorama, a favor da sociedade perceber as diversidades nas comidas, por meio de integrar aulas de educação nutricional nas escolas e valorizar mais os produtos naturais nos supermercados diminuindo seu preço. Essa proposta tem como finalidade, reduzir o desejo incontrolável por carne, a qual processada por hormônios prejudica o indivíduo e, caso aprovada amenizará com os efeitos do empecilho.